quinta-feira, 9 de maio de 2013

42 - Mr. Vingança (Boksuneun naui geot) – Coréia do Sul (2002)



Direção: Chan-wook Park
Ryu é um homem surdo-mudo que vive com sua irmã, uma jovem que precisa fazer um transplante de rim. Desesperado e disposto a tudo para salvar a vida dela, ele aceita doar um de seus rins, em troca da promessa de receber um outro que seja compatível com o dela. Mas Ryu é enganado pelos traficantes e acaba ficando sem nada. É quando surge Cha Yeong-mi, uma amiga ativista. Juntos, eles traçam um plano: sequestrar a filha de um poderoso e rico empresário chamado Park Dong-jim e, assim, obter o dinheiro necessário para o tratamento.

Pense numa obra-prima: Oldboy.

Mr. Vingança, que faz parte da trilogia, está alguns degraus abaixo. Mas, não deixa de ser um filme fantástico.

Chan-wook Park é um diretor diferenciado. Uma espécie de “Tarantino” do oriente.

Já que as palavras me fogem para descrever Mr. Vingança, recomendo que assistam – e, gostando ou não dele, não deixem de ver Oldboy, esse sim, genial!



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4 comentários:

  1. Esse é um dos poucos filmes de Park lançado no Brasil que é uma pena pois é um ótimo diretor.

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  2. Olá Az
    Já assisti a trilogia, e resumidamente comentaria que Mr. Vingança ficou esquecido pelo impacto de Oldboy , Lady Vingança deixa a desejar pela expectativa que OldBoy provocou.
    Concordo com a comparação que você fez do Park com o Tarantino, do lado de cá, ele é o cara que melhor escancara o sentimento de vingança, haja molho de tomate para os dois.
    Gosto do Tarantino, é visível em seus filmes que ele é um cara que adora o que faz, e faz bem, gosto da picardia contida na forma como ele mistura humor e coisa séria. Mas, não posso negar que o Park, em se tratando do tema Violência, me incomoda muito mais, porque desestrutura minhas opiniões. Ele aborda uma violência mais profunda e conceitual, uma violência emaranhada na beleza, cozida na lentidão, em outras palavras, é como ver um incêndio se agigantar se tornar mais devastador e, ainda assim, ser capturado pela beleza que seu fascínio exerce. Melhor parar por aqui pra não viajar muito.
    Se por um lado a violência que Tarantino aborda revela uma luta com o triunfo dos humilhados. Park fala de uma violência em que não há nem vitória nem derrota, mas de como gentes podem ser avassaladoramente padecedoras desse sentimento.
    Um Abraço.

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  3. Não estou consegindo visualizar a página de download. Quando clico da erro.

    Grande abraço

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    1. Pronto, corrigi o link. Valeu por avisar.
      abraço

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