quinta-feira, 31 de outubro de 2013

100 – Andarilhos do deserto (El-Haimoune) – Tunísia/França (1986)


Direção: Nacer Khemir
Primeiro filme da Trilogia do Deserto, teve a colaboração da aclamada diretora tunisiana Moufida Tlatli ("Silêncio do Palácio" e "Tempo de Espera"). Seguindo a tradição árabe de contar histórias e sua experiência como escritor, Khemir cria um cenário especial no qual um jovem professor assume a escola de um pequeno vilarejo no meio do deserto. Fortemente influenciado pelas histórias das Mil e Uma Noites, o filme mostra figuras lendárias que se materializam, crianças que correm por labirintos, além do misterioso desaparecimento do professor. Neste filme é possível verificar como a lenda, a tradição e o destino estão fortemente ligados àquela comunidade.


Fantástico!

A fantasia das 1001 Noites sendo transportada para a tela. De um povo e suas histórias. De suas lendas, maldições e cultura.


Louco e poético. Mágico!



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99 – 3 Idiotas (3 Idiots) – Índia (2009)



Direção: Rajkumar Hirani
Dois amigos, Farhan e Raju, embarcam em uma jornada em busca de seu amigo desaparecido, Rancho. Durante a viagem, eles se deparam com uma antiga aposta, um casamento que precisam arruinar e um velório que foge do controle. Em meio a tais peripécias, outra viagem se inicia, uma jornada através do tempo e da história do amigo desaparecido, Rancho, que, com seu jeito único, mudou completamente a vida dos dois; o amigo que os inspirou a pensar com criatividade e independência, mesmo quando o resto do mundo os chamava de idiotas, mas onde estaria o idiota original agora? Quem seria ele? Por que ele partiu? Para onde ele foi?

O filme mistura novela brasileira com Hollywood. Tem uma narrativa, clichês e dramaticidades típicas das produções novelescas. E tem a pompa, a mega-produção e a superficialidade das obras do padrão hollywoodiano.

E ainda que eu odeie novela e não me surpreenda tanto com blockbusters, achei 3 idiotas maravilhoso. As quase 3 horas de duração passam despercebidas. De cansativo só as musiquinhas, mas que não são tantas.

As lições de moral e os valores debatidos no filme não são densos, mas são certeiros. E é feito com humor, com uma comédia suave e engraçada. Às vezes até um pouco idiota. Mas, a própria história mostra que ser idiota não necessariamente é ser ruim. Pelo contrário!

O cinema indiano não é superestimado. De tudo que vi até hoje, gostei. 3 Idiotas é mais uma obra a somar. E em época de ENEM, vestibular e mercado competitivo, o filme cai como uma luva para iluminar o coração e mente de jovens estudantes. Não só a educação é discutida, mas a nossa própria existência. O bom e velho "quem somos e o que queremos". Mas, também, "por que queremos?". Ou, para filosofar ainda mais: "de que forma queremos?".


Além de tudo isso, a importância que o cinema tem para acessarmos um cultura tão inacessível. A cada filme, me sinto mais íntimo da Índia contemporânea.



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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

98 - Contrastes humanos (Sullivan´s Travels) – Estados Unidos (1941)


Direção: Preston Sturges
John L. Sullivan é um diretor hollywoodiano do gênero de comédias que decide mudar de rumo. Ele deseja fazer um filme sobre os problemas sociais que os Estados Unidos passavam na década de 30, época da Grande Depressão. O filme se chamaria "O Brother, Where Art Thou?" (E aí, meu irmão, cadê você?), só que para pesquisar seu tema, ele decide se disfarçar de mendigo e cruzar o país disposto a enfrentar reais privações e preconceitos. Quando ele pega a estrada, sua aventura começa e dentre muitos encontros e percalços, ele vai descobrir qual é sua verdadeira contribuição para as massas.


Um filme que, em um contexto interno e internacional tenso, resolveu falar de pobreza, direitos humanos e desigualdade. Ainda que, para isso, não tenha aberto mão de usar velhos clichês e pisar na lama sem se sujar. A ousadia é mais pela escolha do tema, do que pela obra em si, que se mantém fiel aos padrões estabelecidos. Como mesmo diz o personagem: por mais que ele ande, ele sempre acaba em Hollywood.


E, de fato, a última parte do filme e sua sequencia final fazem jus aos elogios que recebe. Se fosse assim desde o início, talvez resultasse em uma obra genial e marcante!


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domingo, 27 de outubro de 2013

97 - Cinco dias sem Nora (Cinco días sin Nora) – México (2008)


Direção: Mariana Chenillo
Dentro de uma tradicional família judaica, antes de morrer, Nora elabora um plano para que José, o ex-marido, tenha que cuidar pessoalmente de todo o velório e fazer as rezas obrigatórias pela tradição religiosa.

Um filme sobre maturidade, erros e amor. Todo o resto é mero detalhe.




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Torrent (legenda fixa)

sábado, 26 de outubro de 2013

96 - Vou rifar meu coração (idem) – Brasil (2011)


Direção: Ana Rieper
Documentário que trata do imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega. 

Taí um filme que eu gostaria de ter feito.

O cantor de brega, de cabaré, é capaz de falar de amor da forma mais singela e certeira. Como poucos conseguem. De tocar no coração do indivíduo mais culto ao mais ignorante. Do morador da capital ao dos cafundó do brejo.

Vou rifar meu coração é um deleite para os ouvidos e uma massagem no coração.

Só quem já chorou bebendo e ouvindo brega sabe o quanto amar é viver. E quanto o amor perdido faz sofrer. Não é à toa que todos os países, todas as culturas, possuem o seu próprio estilo brega.


E o Brasil seria mais pobre se não existissem Odair José, Amado Batista, Waldick Soriano, Reginaldo Rossi e Silvano Salles.


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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

95 - Cassino (Casino) – Estados Unidos (1995)


Direção: Martin Scorsese
Nos anos 1970, Sam 'Ace' Rothstein ganha posição de destaque ao ser escolhido para dirigir cassino da máfia em Las Vegas. Mas as coisas se complicam com a chegada de vigarista que chama a atenção das autoridades e seduz a ex-prostituta Ginger, esposa de Sam. Da obra de Nicholas Pileggi.


Para quem acompanha o blog, desculpas pela demora nas postagens. O tempo, (in)felizmente anda bastante corrido. Tanto, que nem consegui terminar de ver Cassino – parei na metade, mas não vejo a hora de chegar em casa para terminar de ver.


Para não ficarmos parado, desde já recomendo esse ótimo filme de Scorsese.


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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

94 - Uma cidade chamada Pânico (Panique au Village) – Bélgica (2009)


Direção: Stéphane Aubier; Vincent Patar
Cowboy e Índio tentam surpreender o amigo Cavalo dando uma churrasqueira caseira como presente de aniversário. Mas o plano não dá certo, e eles precisam encontrar o que fazer com os 50 milhões de tijolos que encomendaram por engano.


Um cavalo, um índio e um cowboy. Muito tijolo. Muita diversão.

Para criança e adultos assistirem.

É incrível como histórias descabidas se tornam fantásticas em uma animação bem feita. Com poucos recursos (e, suponho, muito trabalho), os diretores conseguiram criar uma obra interessantíssima, quase psicodélica, que põe o espectador na carona e o faz viajar junto.


Um belo resultado. Vale à pena embarcar nessa viagem!


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terça-feira, 15 de outubro de 2013

93 - Nosso pai (Abouna) – Chade (2002)


Direção: Mahamet-Saleh Haroun
Tahir (15 anos) e Amine (8 anos) descobrem ao acordar que seu pai foi embora misteriosamente. A frustração é maior, porque naquele dia, ele devia ser árbitro do jogo de futebol entre os garotos do bairro. Decidem portanto sair à sua busca pela cidade, em todos os lugares em que costumava ir.
Cansados, acabam refugiando-se em salas de cinema, onde um dia, acreditam reconhecer seu pai na tela e roubam as latas do filme...


Chade! Um país africano que faz fronteira com a Líbia, Sudão, República Centro-Africana, Camarões, Nigéria e Níger. Tem deserto, aridez e savana. Tem o segundo maior lago do continente. Tem uma população de mais de 10 milhões, fruto de 200 etnias. Começou a ser habitado há 9 mil anos e no século passado foi invadido pela França, da qual se tornou colônia. De lá pra cá, o país ficou marcado por diversas guerras civis e uma série de genocídios.

O país não tem mar, nem ferrovia. Mal tem cinema. Mas tem o diretor Mahamet-Saleh Haroun, que rodou o primeiro longa-metragem do país em 1999. Nosso pai foi o segundo e, ao que parece, muito criticado.


Nosso pai é um filme bem simples. Bem filmado, mas com uma história pouco envolvente. Dele, talvez o que mais chama a atenção é justamente o fato de presenciar uma obra de um país tão longínquo e com quase nenhuma tradição cinematográfica. O filme vale pela incursão geográfica e cultural!


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domingo, 13 de outubro de 2013

92 - Em busca do ouro (The gold rush) – Estados Unidos (1925)



Direção: Charles Chaplin
O ano é de 1898, em meio a era que ficou conhecida como ''corrida do ouro''. Carlitos quer tentar a sorte e se junta a uma multidão a caminho do Alasca. É onde ele conhece o gordo McKay, com quem cria bastante confusão após uma tempestade de neve, mas também se apaixona por uma dançarina. São desse filme cenas antológicas como as solas de sapato transformadas em banquete e o célebre e memorável balé dos dois pãezinhos com os garfos.

Um clássico do gênio Chaplin.


Delicioso e encantador!



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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

91 - A caverna do cachorro amarelo (Die Höhle des Gelben Hundes) – Mongólia/Alemanha (2005)


Direção: Byambasuren Davaa
A história trata da amizade entre um cão e uma garotinha de uma família nômade, o que vai contra a vontade dos pais da menina. Um filme sobre uma família real, de não-atores, que decidiu viver de forma diferente, sem o conforto da modernidade.


Não sei o que é mais lindo.

Se é a fotografia.

Se é a Mongólia representada no filme.

Se são as criancinhas mongóis.

Se é o cachorro.

Se é a simplicidade do filme.

Se são as cores e paisagens.

Ou se é tudo isso junto!




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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Top 10 - OUTUBRO




A vida de uma criança dura 24 horas. Ela nasce quando acorda e morre quando vai dormir. Pra depois nascer de novo.



Da minha janela eu ouvia duas meninas conversando e falando mal de Júnior. Prometiam nunca mais brincar com ele. Antes das 5 eles já estavam correndo no esconde-esconde. Tinha que ser. Como poderiam dormir sem nunca mais brincar?



Adultos duram mais. Levam anos. Estão sempre postergando. Param de fumar para adiar o câncer. Correm sem sair do lugar, numa academia, para poderem correr na orla aos 80. Cuidam da alimentação, rezam e brigam. Pois sabem que podem adoecer, ir para o inferno, e algum dia fazer as pazes.



Já as crianças, sabem que tudo vai acabar. E logo. É preciso correr o máximo que o corpo aguentar, encardir a roupa, comer o que não presta, futucar o que não permitem, brincar com o amigo até terminar em briga, reatar, e descobrir algo novo. E logo. Pois a noite vem e tudo se tornará passado. Seu único momento de temor é quando dizem que um ser invisível lhe punirá por tudo que ela fez durante o dia.



Já os adultos, temem durante a vida, pois acham que se tornarão crianças depois de mortas. Que poderão brincar com anjos. Que correrão livremente por jardins e viverão eternamente.



Adultos carregam cicatrizes. As crianças, no máximo, uma pereba no joelho.



As crianças não guardam mágoa. Resolvem seus problemas na hora. Choram quando querem e sorriem mesmo quando não querem. Quer desarmar uma criança? Faça ela sorrir. Sorriu, perdeu. Acabou a credibilidade. A teimosia já não adianta mais. Está feita as pazes.



Crianças vivem no presente. Adultos inventaram até o pretérito imperfeito.



Crianças mentem. E a gente sabe que ela está mentindo. E ela sabe que a gente sabe que ela está mentindo.



Adultos falam a verdade. E a gente desconfia, achando que ele está mentindo.



O choro da criança é fajuto. Mas ainda assim a gente faz o possível para que ela pare. De uma chinelada a um seio.



Adultos, quando choram, ou dói na gente ou agimos com indiferença. Até um ponto que dói tanto, que a gente passa a agir com indiferença.



Adultos escrevem. Crianças desenham.



As crianças querem ser adultos. Os adultos lembram que eram felizes e não sabiam.



Crianças leem o Maurício de Souza para fantasiar. Adultos ouvem o William Bonner para se informar. E leem o Reinaldo Azevedo para ter opinião. Crianças criam suas próprias histórias.



Crianças confiam de uma forma extraordinária. Sabem que não importa o que aconteça, sabem para onde correr, para quem recorrer. Ela sempre estará protegida. Sabem que bastam algumas horas para que a noite venha e tudo se vá.



Adulto vai dormir pensando no dia de amanhã. Todos os dias. As crianças, simplesmente dormem. De uma hora pra outra.



Crianças ligam o foda-se e são felizes.



Adultos frequentam psicólogos, tomam remédios, bebem, viram hippie, jogam o celular na parede, lutam boxe, fazem yoga, viajam pra Chapada e votam nulo. Tudo isso só para ligarem o foda-se e serem felizes.



Alguém cai. A criança morre de rir.



Alguém cai. O adulto precisa descontruir a lógica de rir do outro.



Alguém morre.



Alguém morre. O adulto chora durante o dia até secar o corpo. Toma um remédio para dormir. Amanhece e é preciso assinar laudos, pagar empresas, convidar pessoas e realizar um evento. Depois, repensar toda a vida, relembrar a vida e se apoiar nela – a criança – para se conformar e seguir em frente.



Crianças têm sensações que adulto nenhum consegue ter novamente. O adulto sabe de coisas que a criança não faz a mínima ideia.



Uma criança muda a vida de qualquer um. Um adulto é capaz de mudar a vida de qualquer criança. Uma criança não sobrevive sem um adulto do lado. Um adulto não vive sem uma criança do lado.



Eu tenho sorte. Tenho adultas e crianças ao meu redor. Tenho amigos que terão crianças. Tenho crianças se tornando adultas. Tenho uma adulta com espírito de criança. E, como se não bastasse, ainda tenho um cachorro.



...



É por isso que o Top 10 de Outubro é dedicado a eles: os adultos e as crianças – sobretudo aos adultos que um dia foram crianças nas décadas de 1980 e 1990.


Loucademia de Polícia (Police Academy) – EUA (1984)
Direção: Hugh Wilson

 
*I - A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer exceção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição econômica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.


 

Curtindo a vida adoidado (Ferris Bueller´s Day Off) – EUA (1986)
Direção: John Hughes

 
II - A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e serviços a serem estabelecidos em lei e por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.

 



Te pego lá fora (Three O´Clock High) – EUA (1987)
Direção: Phil Joanou

 
III - A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.


 







Quero ser grande (Big) – EUA (1988)
Direção: Penny Marshall

IV - A criança deve gozar dos benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados.


 

Edward Mãos-de-Tesoura (Edward Scissorhands) – EUA (1990)
Direção: Tim Burton

 
V - A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre de algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular.


 






Esqueceram de mim (Home Alone) – EUA (1990)
Direção: Chris Columbus

VI - A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afeto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência. Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas.


Um tira no Jardim de Infância (Kindergarten Cop) – EUA (1990)
Direção: Ivan Reitman

VII - O interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais.
A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito.
A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade.

 
Jamaica abaixo de zero (Cool Runnings) – EUA (1993)
Direção: Jon Turteltaub

 
VIII - A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros a receber proteção e auxílio.










Jumanji (Jumanji) – EUA (1995)
Direção: Joe Johnston

IX - A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objeto de nenhum tipo de tráfico.
Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

 


Meu primeiro amor (My Girl) – EUA (1991)
Direção: Howard Zieff
 
X - A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.
 



* Declaração Universal dos Direitos das Crianças


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** Pacote contendo:
- Torrent e respectivas legendas de todos os filmes, exceto "Curtindo a Vida Adoidado", "Meu Primeiro Amor" e "Quero ser grande" que são dublados e por isso não possuem legenda.

- Todos os filmes são em formato AVI, exceto "Esqueceram de mim" e "Jumanji" que estão em formato MP4.

- Alguns filmes eu criei o Torrent, mas como eu não sei usá-lo direito, podem me avisar caso algum filme não esteja baixando. 

- "Esqueceram de Mim" possui os 2 filmes da série.

- "Loucademia de Polícia" possui os 7 filmes da série.